sábado, 27 de junho de 2009

Poster de apresentação do projecto ALer+ do Agrupamento André Soares

Projecto ALer+ - Encontro Nacional

Nos dias 3 e 4 de Julho, em Lisboa, reunir-se-ão todas as escolas envolvidas no Projecto ALer+.
O Agrupamento André Soares estará presente para apresentar as iniciativas desenvolvidas no âmbito do Envolvimento com a Família.
Usaremos para o efeito a seguinte apresentação:

Apresentaçãodia 4 de Julho

Apresentação do projecto "Estamos ALer+"

Para uma melhor clarificação, apresentamos e descrevemos as diferentes iniciativas e actividades desenvolvidas ao longo do ano nas diferentes escolas do Agrupamento André Soares.
Este documento foi produzida para apresentar o projecto Aler+, aquando da visita dos elementos do Plano Nacional de Leitura e da Rede de Bibliotecas Escolares à nossa escola.

Apresentação ALER+ - final [Só de leitura]

Projecto de leitura "Estamos ALer+"

Divulgamos o relatório relativo às iniciativas/actividades do projecto de leitura desenvolvido no Agrupamento André Soares.
Relatório ALer+

Mochilas de Leitura

Na nossa escola, adoptou-se como estratégia para as Aulas de Substituição e para todas as aulas em geral, a utilização de Mochilas de Leitura, que contêm 15 exemplares de diferentes títulos e adaptados aos diferentes anos de escolaridade.
Agora, que terminou o ano lectivo, fez-se o levantamento da movimentação e os resultados são surpreendentes: os professores utilizaram muito este recurso, quer para substituição de aula, quer para actividades de Sala de Aula.
Eis os resultados:

Movimentação total das mochilas

Resumo da obra "Uma Aventura no Deserto"


Com o sol a pique e a areia a arder, O Pedro, o João, o Chico e as gémeas perguntavam onde se encontravam. Eles olhavam à volta e era tudo igual, só havia areia e céu. O Pedro dizia que tinham de sair dali, desse por onde desse. O Chico estava de rastos porque tinha trepado uma duna com a esperança de encontrar água para beber, mas não encontrou nada. Depois da decepção ele só viu como solução: beberem a água do mar. O Pedro achou que ficariam com mais sede e, embora não estivesse muito convencido do que dizia, fez uma cova com as mãos e bebeu um bocadinho, mas deitou logo fora, exclamando que era uma porcaria.
O Pedro procurava animar os amigos e para isso desenhou na areia um mapa. Enquanto o fazia ia lembrando que tinham saído do Algarve numa traineira que devia ter naufragado ao longo da costa africana.
O Pedro hesitou antes de continuar, mas como os amigos insistiram tanto ele acrescentou que na estariam, na melhor das hipóteses, entre a cidade de Casablanca e Agdir. Os amigos perguntaram-lhe qual seria a pior das hipóteses.
O Pedro baixou um pouco a voz e explicou que nesse caso estariam mais para mais para sul, ou seja, para lá dessa praia ficava o deserto do Sara. Perdidos no deserto teriam alguma hipótese? -Foi a pergunta que todos se fizeram. Nesse momento, o João fechou os olhos e só ouviu o vento a levantar a areia, mas parecia-lhe distinguir um som diferente, vindo de longe. Pediu que ouvissem.
O roncar longínquo de um motor devolveu a alegria a toda a gente. Começaram a correr até ao carro. Por mais estranho que pareça as gémeas foram as primeiras a ver o jipe e puseram-se a gritar: “socorro, socorro!”.
Aproximou-se um homem que emitia uns sons estranhos: - Que raio de língua! Mas o Pedro percebeu logo a pergunta. As gémeas procuravam explicar-se, dizendo que o seu barco fora ao fundo.
Para grande surpresa de todos, o homem estava dentro do assunto.
Eles sorriam e falavam interrogativamente enquanto o senhor lhes dava de comer e beber. Ele acabou por dizer que ouviu a notícia na rádio. Pouco a pouco, eles com começaram a ter novamente energia.
Depois de se apresentarem, o senhor José ou Youssef - assim se chamava o seu salvador - arranjou espaço para eles no carro. Demoraram algum tempo a fazer perguntas ao senhor, mas acabaram por adormecer. Mais tarde, acordaram com um barulho que parecia um tiro. Muito aflitos, perguntaram logo o que tinha acontecido. Fora o jipe que se tinha avariado.
E logo o Chico exclamou: “só nos faltava mais esta! Uma avaria no deserto”

Catarina Peixoto, nº 12, 5º J

Resumo do Capítulo 4: Não há duas sem três, baseado na obra “Uma Aventura no Deserto”, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada

Resumo da obra “O segredo do Rio” , de Miguel Sousa Tavares


Um rapaz vivia numa aldeia, numa casa do campo. À frente da sua casa existia um ribeiro, local onde o rapaz mais gostava de brincar.
Numa tarde de Primavera, o rapaz estava entretido a fazer construções com pedras e ramos. De repente, ouviu um barulho na água e reparou num peixe enorme que acabara de saltar Com metade do corpo fora de água, o peixe ficou a olhar para o rapaz e começou a falar com ele. Disse-lhe que o lago era lindo e perguntou-lhe se este lhe pertencia. O rapaz ficou muito admirado, inquirindo-o como é que ele sabia falar. O peixe ou antes a carpa, explicou-lhe que tinha aprendido a falar a língua das pessoas e como tinha chegado àquele ribeiro. Os dois fizeram um acordo, isto é, o peixe podia viver no ribeiro, mas ninguém poderia saber que ele falava.
O rapaz e o peixe brincavam sempre juntos, tornando-se grandes amigos. Quando o rapaz chegava ao ribeiro atirava umas pedrinhas para chamar o seu amigo, esse era o sinal combinado.
Chegou o Outono e os dias continuavam quentes e secos. O rapaz andava muito alegre, pois assim podia continuar a ir para o ribeiro durante o dia e à noite. Um dia, ao ouvir uma conversa dos pais percebeu que estavam preocupados com a falta de chuva. Não sabiam o que teriam para dar de comer aos filhos, durante o Inverno.
Um dia, a mãe lembrou-se que tinha visto uma carpa grande no ribeiro e que daria para a família sobreviver durante muito tempo. O pai concordou com a ideia de pescar a carpa, no dia seguinte. Depois de ouvir essa conversa, o rapaz ficou aterrorizado e foi imediatamente avisar o seu amigo para ele fugir.
Com muita tristeza, os dois amigos despediram-se. O peixe disse ao rapaz que nunca o esqueceria por ele lhe ter dado abrigo e lhe ter poupado a vida. No dia seguinte, o pai ficou decepcionado quando verificou que o peixe já não estava lá. Apesar da traição à família, o rapaz ficou aliviado por não ver o amigo morto.
Nas semanas seguintes, toda a gente continuava triste, a olhar para o céu para ver se vinha chuva. O rapaz nem se aproximava do ribeiro, para não sentir ainda mais saudades do seu amigo.
Duas semanas depois, numa noite em que o menino estava à janela do seu quarto, viu o peixe no ribeiro. Ficou tão emocionado que teve de esfregar os olhos para ter a certeza que era o seu amigo. Saiu «disparado» de casa e a alegria era tanta, que entrou na água e abraçou-se ao peixe. Este, confidenciou-lhe que tinha trazido alimentos para a sua família e explicou-lhe como tinha arranjado os alimentos.
Depois de fugir ficou sem saber se devia descer ou subir o rio e pôs-se a pensar na situação dos pais que nada têm para dar a um filho que tem fome. Foi nesse momento que se lembrou de ter visto um barco naufragado. Este, ao partir ao meio, deixou cair imensas latas de comida que trazia dentro do porão. Com uma rede que ele encontrou fez um saco onde colocou bastantes latas de conservas. Devido ao peso do saco ele não conseguiu arrastá-lo, nem com a ajuda de outros peixes. Então, quando duas raposas bebiam água no rio, explicou-lhes o que tinha acontecido e pediu-lhes ajuda. O peixe concluiu que quando as pessoas são amigas dos animais, estes também devem retribuir essa amizade. Assim, com a ajuda das raposas e ao fim de doze dias de grande esforço, o peixe conseguiu arrastar a rede até à casa do rapaz. No dia seguinte, ele ia dizer ao pai que tinha sido o peixe a salvá-los, mas lembrou-se que não lhe podia contar o seu segredo, porque receava pela vida do peixe. Assim, o rapaz disse apenas aos pais, que o peixe era muito inteligente e muito amigo porque os salvou da fome. Ao verem toda a comida, os pais do rapaz pensaram que estavam a sonhar. Isso dava para o Inverno inteiro, mesmo que não chovesse.
Quando estavam todos à mesa, os pais concordaram em deixar o peixe lá viver. Depois do almoço, o pai fez uma tabuleta de madeira, que dizia «Proibido pescar neste local».
No dia seguinte, foi a vez do rapaz escrever: “Este rio tem um segredo e esse segredo é só meu”.

Bárbara Gomes, nº 6, 5º J

Nas pegadas dos autores...

• No âmbito do Projecto “A Ler +”, aqui ficam algumas das frases que mais gostamos, depois da leitura de diferentes obras:

“Os livros têm saudades daquilo que está para vir...”
“Um livro...parece um amigo. É exactamente igual a um amigo!”
“Os livros são casas livres...”
“Os livros têm um sonho...”
“Os livros podem ter alma...”
“Os livros têm perfume...”
“Os livros são esconderijos...”
“Os livros são livres!”
“Os livros gostam de ser...”
“Os livros gostam de fadas!”
“Uma televisão de bolso”
“Os livros têm heróis”
“Os livros têm poetas”
“Os livros sabem de cor...”
“Os livros têm raízes”
“Os livros fazem perguntas”
“Não quero morrer!”
“Uma pessoa passa por várias fases e a experiência nunca acaba!”
“Vou mas é à cantina que estes “episódios”, abrem-me sempre o apetite.”
“Se querem saber o que penso, fiquem-se com esta!...”
“Viajar no tempo é a nossa missão...”
A turma do 5º J

E.V.T. com sabor a BEAT BOX


No dia 9 de Junho de 2009, o Tiago Beat participou na aula de E.V.T. da turma A, do 5.º ano.
O Tiago Beat começou por explicar o conceito de grafite e desenhou um pequeno grafite a giz no quadro.
Seguiu-se um interessante e educativo diálogo sobre a “Unidade na Diversidade”. Os alunos e os professores presentes participaram com entusiasmo, desenhando um boneco à volta do mundo para simbolizar a frase :“Todos diferentes…Todos iguais”
O Tiago Beat e o Diogo Miguel, número dez, presentearam-nos com um show de dança muito divertido. O verdadeiro show aconteceu com o BEAT BOX no qual o Tiago Beat foi espectacular e pôde contar com a participação dos alunos Diogo Filipe, número nove e David, número sete. Foi fantástico! Os alunos da turma divertiram-se a valer.
Todos os alunos tiveram mais uma surpresa, pois o Tiago Beat ofereceu, a cada um, dois cartões para telemóvel com chamadas grátis.
Finalmente, o momento esperado por todos nós: o Tiago, muito simpático, deu-nos um autógrafo, para guardarmos como recordação desta aula.
Adorámos a visita do Tiago Beat!

Maria João Mogadouro Lopes, 5.º A, nº. 16

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Entrega dos prémios do Concurso de Leitura


Entrega dos prémios do concurso de leitura sobre a obra "Uma viagem ao tempo dos castelos", de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada